segunda-feira, 9 de junho de 2014

BARBOSA IRONIZA RECURSOS DE MENSALEIROS À CORTE INTER-AMERICANA DE DIREITOS HUMANOS


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Escrito por André Richter   
Sáb, 07 de Junho de 2014 09:01
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, ironizou hoje (5) a apresentação de recursos à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA). Após o fim do julgamento de cinco recursos apresentados por condenados na Ação Penal 640, o presidente disse que não é incomum que réus sem foro privilegiado recorram ao Supremo para serem julgados pela corte. Após seu comentário, deu risadas. “Não é incomum. Depois vão procurar a Corte Interamericana de Direitos Humanos.”


A declaração de Barbosa foi feita após o voto da ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, que envolve o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) e outros acusados que não têm foro privilegiado. Por determinação da ministra, a parte do processo que envolve os acusados sem foro foi remetida para a Justiça de primeira instância em 2012.
A conversa que deu origem à declaração começou com o voto da ministra: “Em todos os casos estou negando provimento”. Em seguida, o ministro Marco Aurélio perguntou: “Em todos os casos, os cidadãos é que querem ser julgados pelo Supremo? A ministra esclareceu: “Eles querem permanecer aqui”. Após o esclarecimento, Barbosa exclamou: Não é incomum. Depois vão procurar a Corte Interamericana de Direitos Humanos”
Condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão, recorreram à Corte Interamericana para contestar as condenações. As defesas do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, e de Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Vinícius Samarane, condenados ligados ao Banco Rural, entraram com recurso alegando que não tiveram direito ao duplo grau de jurisdição, ou seja, de ser julgado por duas instâncias diferentes.
Fonte: Tribuna da Internet





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RELATOR DO ANTE PROJETO DO CÓDIGO PENAL APOIA BARBOSA: PRESO TEM QUE CUMPRIR UM SEXTO DA PENA PARA TRABALHAR FORA

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Escrito por Carlos Newton   
Sáb, 07 de Junho de 2014 09:01
A polêmica jurídica é da melhor qualidade. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, cassou o suposto direito de Delubio Soares, José Dirceu e outros mensaleiros trabalharem fora da cadeia.

Logo surgiram juristas de todas as estirpes, opinando sobre a questão. Muitos deles citavam jurisprudências de tribunais superiores definindo que condenados a regime inicial semiaberto não precisam cumprir um sexto da pena para usufruir da autorização de trabalho e estudo externo.
No afã de defender os mensaleiros, alguns juristas chegaram ao cúmulo de afirmar que a decisão do presidente do STF pode resultar em retrocesso no processo de cumprimento das penas de meio milhão de condenados, uma afirmação que é um evidente exagero, porque o Brasil tem um total de 548 mil presos e nem todos tem penas com regime  inicial semiaberto.
No caso, é preciso entender que nenhuma jurisprudência pode se sobrepor ao que está prescrito na lei, senão corremos o risco de entrar em regime de esculhambação jurídica. Por isso, é importante conferir a opinião do procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, um jurista de notório saber e ex-relator da Comissão de Juristas que elaborou anteprojeto de novo Código Penal.
Em artigo no Estadão, o especialista concorda plenamente com Joaquim Barbosa, mas sabe-se que, se o plenário do Supremo for chamado a decidir, o resultado será favorável aos mensaleiros, o que, aliás, demonstra que já entramos no tal regime de esculhambação jurídica…
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A CONSTITUIÇÃO E A LEI SÃO PARÂMETROS INARREDÁVEIS
Luiz Carlos dos Santos Gonçalves
O trabalho, externo ou interno, é importante para a ressocialização do preso e interessa à sociedade. A lei o favorece com a remição da pena: a cada três dias trabalhados, desconta-se um dia da sanção.
O trabalho externo, todavia, se submete a condições. Elas estão no artigo 37 da Lei de Execução Penal: “A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de 1/6 da pena (…)”.
O lapso temporal exigido é objetivo: não seleciona os presos por classe social, origem ou poder de influência. Atende ao programa de reinserção social gradual do condenado, que permite a progressão de regime.
Investigar, prender, processar, condenar, manter alguém preso, autorizar saídas e benefícios são sempre medidas gravosas e polêmicas, nas quais o interesse individual pela liberdade deve dialogar com o interesse social na realização da justiça. Nesse diálogo, a Constituição e a lei são parâmetros inarredáveis. E a solução da lei, como visto acima, é clara.
O juiz que aplica a lei constitucional e motiva suas decisões não pode ser considerado arbitrário. Dizer que ele se move por razões personalistas é, a não ser que se apresente prova robusta, uma forma de descrença no devido processo legal.
Fonte: Tribuna da Internet





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CAMPANHA ELEITORAL FECHA CICLO DE 64


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Escrito por Gaudêncio Torquato   
Sáb, 07 de Junho de 2014 09:01
A campanha eleitoral só pode chegar às ruas em 6 de julho, mas já começou. Basta ver a agenda dos três principais candidatos, em que o destaque é a oratória de palanque, com acusações recíprocas, defesas e promessas.

Por que a eleição deste ano assume posição de destaque na série histórica das disputas? Pelo fato de o Brasil se aproximar de uma encruzilhada, tendo de decidir se continuará a seguir em frente, à direita ou à esquerda. As direções dizem menos respeito às linhas do arco ideológico e mais às de busca de alternativas. A par das mudanças clamadas pela sociedade e confirmadas por pesquisas, que se imporão a qualquer vitorioso(a) no pleito, trata-se, ainda, de abrir horizontes na radiografia hegemônica do poder, dando chance a novos atores, avançando sobre a desgastada polarização PT-PSDB e oxigenando os pulmões da política.
A campanha deste ano agrega forte diferencial pelo fato de reunir três perfis competitivos, cada qual, a seu modo, procurando interpretar as demandas de uma comunidade mais exigente, ativa e participativa. Nunca se ouviu tanto o eco das ruas como neste momento. Ainda a pontuar diferenças, o pleito contará, pela primeira vez, com uma classe média majoritária, que perfaz 53% da população.
Por último, o destaque de que a contenda fecha o ciclo de 1964. Os pesados anos de chumbo redefiniram os rumos da política, fazendo nascer partidos, formando grupos, multiplicando alas e dando margem à diástole que propiciou a abertura dos horizontes democráticos. Fernando Henrique, José Serra, Luiz Inácio e Dilma, entre outros, fazem a ponte entre o ontem e o hoje. Mas é forte o clamor para que o país descortine uma nova era, dando vez ao grupo pós-64.
ESTRATÉGIA DO MEDO
Por isso mesmo, a batalha se cerca de inusitado preparo, com o uso antecipado de ferramentas. O medo torna-se arma de guerra.
Entre nós, a estratégia do medo bate nos fundões sob os braços do assistencialismo. Acontece que a estratégia do terror foi banalizada, já não finca raízes profundas. A população, mesmo a das margens, parece vacinada contra a artilharia psicológica adotada em guerras eleitorais. Será difícil convencer comunidades de que um programa como o Bolsa Família, por exemplo, será extinto. Tornou-se política de Estado. E é pouco provável que temas abstratos – privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica – sejam palatáveis aos sentidos das massas.
Os governantes, é oportuno lembrar, têm a vantagem do “poder da caneta” para dar crédito às promessas. Mesmo assim, a credibilidade do discurso palanqueiro perde força.
Infere-se, portanto, que as firulas nos campos eleitorais não derrubam jogadores. A esperança, essa, sim, é o xis da questão. O Brasil esperançoso é o do crescimento, da harmonia, da segurança, do trabalho. Que candidato veste melhor esse figurino? Quem fará as mudanças que todos clamam? Abraham Lincoln dizia que “demagogia é a capacidade de vestir ideias menores com as palavras maiores”. Quem tem coragem de arriscar?
Fonte: Tribuna da Internet


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quarta-feira, 4 de junho de 2014

'O GOVERNO ACABOU', DE MARCO ANTONIO VILLA


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Escrito por Marco Antonio Villa   
Qua, 04 de Junho de 2014 14:00
O governo Dilma definha a olhos vistos. Caminha para um fim melancólico. Os agentes econômicos têm plena consciência de que não podem esperar nada de novo. Cada declaração do ministro da Fazenda é recebida com desdém. As previsões são desmentidas semanas depois. Os planos não passam de ideias ao vento. O governo caiu no descrédito. Os ministérios estão paralisados. O que se mantém é a rotina administrativa. O governo se arrasta como um jogador de futebol, em fim de carreira, aos 40 minutos do segundo tempo, em uma tarde ensolarada.
Apesar do fracasso — e as pífias taxas de crescimento do PIB estão aí para que não haja nenhum desmentido —, Dilma é candidata à reeleição. São aquelas coisas que só acontecem no Brasil. Em qualquer lugar do mundo, após uma pálida gestão, o presidente abdicaria de concorrer. Não aqui. E, principalmente, tendo no governo a máquina petista que, hoje, só sobrevive como parasita do Estado.
A permanência no poder é a essência do projeto petista. Todo o resto é absolutamente secundário. O partido necessita da estrutura estatal para financeiramente se manter e o mesmo se aplica às suas lideranças — além dos milhares de assessores.
É nesta conjuntura que o partido tenta a todo custo manter o mesmo bloco que elegeu Dilma em 2010. E tem fracassado. Muitos dos companheiros de viagem já sentiram que os ventos estão soprando em sentido contrário. Estão procurando a oposição para manter o naco de poder que tiveram nos últimos 12 anos. O desafio para a oposição é como aproveitar esta divisão sem reproduzir a mesma forma de aliança que sempre condenou.
Como o cenário político foi ficando desfavorável à permanência do petismo, era mais que esperada a constante presença de Lula como elemento motivador e agregador para as alianças. Sabe, como criador, que o fracasso eleitoral da criatura será também o seu. Mas o sentimento popular de enfado, de cansaço, também o atingiu. O encanto está sendo quebrado, tanto no Brasil como no exterior. Hoje suas viagens internacionais não têm mais o apelo do período presidencial. Viaja como lobista utilizando descaradamente a estrutura governamental e intermediando negócios nebulosos à custa do Erário.
Se na campanha de 2010 era um presidente que pretendia eleger o sucessor, quatro anos depois a sua participação soa estranha, postiça. A tentativa de transferência do carisma fracassou. Isto explica por que Lula tem de trabalhar ativamente na campanha. Dilma deve ficar em um plano secundário quando o processo eleitoral efetivamente começar. Ela não tem o que apresentar. O figurino de faxineira, combatente da corrupção, foi esquecido. Na história da República, não houve um quadriênio com tantas acusações de “malfeitos” e desvios bilionários, como o dela. O figurino de gerentona foi abandonado com a sucessão de “pibinhos”. O que restou? Nada.
Lula está como gosta. É o centro das atenções. Acredita que pode novamente encarnar o personagem de Dom Sebastião. Em um país com uma pobre cultura democrática, não deve ser desprezada a sua participação nas eleições.
A paralisia política tem reflexos diretos na gestão governamental. As principais obras públicas estão atrasadas. Boa parte delas, além do atraso, teve majorados seus custos. Em três anos e meio, Dilma não conseguiu entregar nenhuma obra importante de infraestrutura. Isto em um país com os conhecidos problemas nesta área e que trazem sérios prejuízos à economia. Mas quando a ideologia se sobrepõe aos interesses nacionais não causa estranheza o investimento de US$ 1 bilhão na modernização e ampliação do porto de Mariel. Ou seja, a ironia da história é que a maior ação administrativa do governo Dilma não foi no Brasil, mas em Cuba.
Os investimentos de longo prazo foram caindo, os gastos para o desenvolvimento de educação, ciência e tecnologia são inferiores às necessidades de um país com as nossas carências. Não há uma área no governo que tenha cumprido suas metas, se destacado pela eficiência e que o ministro — alguém lembra o nome de ao menos cinco deles? — tenha se transformado em referência, positiva, claro, pois negativa não faltam candidatos.
O irresponsável namoro com o populismo econômico levou ao abandono das contas públicas, das metas de inflação e ao desequilíbrio das tarifas públicas. Basta ver o rombo produzido no setor elétrico. A ação governamental ficou pautada exclusivamente pela manutenção do PT no poder. As intervenções estatais impuseram uma lógica voluntarista e um estatismo fora de época. Basta citar as fabulosas injeções de capital — via Tesouro — para o BNDES e os generosos empréstimos (alguns, quase doações) ao grande capital. E a dívida pública, que está próxima dos R$ 2,5 trilhões?
No campo externo as opções escolhidas pelo governo foram as piores possíveis. Mais uma vez foi a ideologia que deu o tom. Basta citar um exemplo: a opção preferencial pelo Mercosul. Enquanto isso, o eixo dinâmico da economia mundial está se transferindo para a região Ásia-Pacífico.
Ainda não sabemos plenamente o significado para o país desta gestão. Mas quando comparamos os nossos índices de crescimento do PIB com os dos países emergentes ou nossos vizinhos da América Latina, o resultado é assustador. É possível estimar que no quadriênio Dilma a média sequer chegue a 2%. A média dos emergentes é de 5,2%, e da América Latina, de 3,2%. E o governo Dilma ainda tem mais sete meses pela frente. Meses de paralisia econômica. Haja agonia.
Fonte: Veja.com

DEONÍSIO SILVA: 'HÁ MUITOS ANOS SETORES DO PT, TAL COMO PROCEDERAM OS NAZISTA, VÊM FAZENDO DA CALÚNIA UMA ARMA IDEOLÓGICA

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Escrito por Deonísio Silva   
Qua, 04 de Junho de 2014 14:00
Nem o mais empedernido crítico de Aécio Neves terá deixado de apreciar a clareza, a desenvoltura e a firmeza com que ele defendeu suas ideias e propostas de governo, repelindo igualmente as calúnias de que tem sido vítima. Registro por oportuno uma historinha atribuída ao filósofo Sócrates, intitulada As Três Peneiras, ignorada por alguns entrevistadores:
“Um homem procurou um sábio e disse-lhe: – Preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de… Nem chegou a terminar a frase quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: – Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? – Peneiras? Que peneiras? – Sim. A primeira é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro? – Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram! – Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? – Não! Absolutamente, não! – Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa? – Não… Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar. E o sábio sorrindo concluiu: – Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque: Pessoas sábias falam sobre ideias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Pessoas medíocres falam sobre pessoas.”
Trago essa historinha porque há muitos anos setores do PT vêm fazendo da calúnia uma arma ideológica, tal como procederam os nazistas. E são muitos os que têm sofrido, em silêncio ou denunciando esse recurso malsão, a ignomínia dessa prática abominável. Queria ver os mesmos entrevistadores que trouxeram denúncias de que ele seria usuário de drogas trazerem à candidata da situação o que sobre ela rola por aí. Sobre ela e sobre seu criador.
Fonte: Veja.com

IRMÃ DE LULA PEDE QUE TUMA JR. LHE AUTOGRAFE O LIVRO: ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES - UM CRIME DE ESTADO


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Escrito por Claudio Tognolli   
Qua, 04 de Junho de 2014 08:51
A irmã do ex-presidente Lula, conhecida como Maria Pequena, pediu há duas semanas que o ex-secretário nacional de Justiça do PT, Romeu Tuma Junior, autografasse para ela um exemplar do livro “Assassinato de Reputações: um crime de Estado”. Lançado dia 11 de dezembro do ano passado, a obra vendeu 130 mil cópias.

Tuma Jr. autografou o livro – tido e havido como a maior bomba lançada recentemente contra Lula. Além de uma máquina de fazer dossiês contra inimigos, montada sob Lula, a obra denuncia que o ex-presidente petista era informante do ex-senador Romeu Tuma, quando este era diretor do DOPS.
Os detalhes da cena do autógrafo Tuma Jr. promete não revelar, por enquanto. Mas a cena lhe causou estranheza. Sobretudo porque, neste fim de semana, a revista Carta Capital divulgou entrevista exclusiva do ex-presidente Lula –em que ele admite publicamente, pela primeira vez, que Tumão lhe deixava sair de madrugada, enquanto preso político do Dops, para visitar a mãe, dona Lindu, doente (ela morreu no começo de 1980, com Lula preso).
REGALIAS DE LULA
No livro, Romeu Tuma Jr. diz que Lula tinha regalias porque era informante do diretor do Dops, Romeu Tuma Junior. E pela primeira vez, Lula tocou no tema, em entrevista exclusiva  a Mino Carta e Luiz Gonzaga Belluzzo (este conselheiro pessoal da presidente Dilma):
“Um dia desses eu vejo “O Que Sei de Lula”, um livro. O autor não conviveu comigo um único segundo para escrever a orelha do livro. Fico pensando: o que faço com um cidadão desse? Acabo percebendo que o melhor é a desmoralização pela mentira. O Romeu Tuma Jr. não merece o comportamento do pai dele. O pai dele foi um cidadão digno. Quando a minha mãe estava para morrer, ele, meu carcereiro, me deixava sair da cadeia às 2 da manhã para visitá-la. Então, quando um cidadão conta uma mentira dessa, o que fazer? Processar? Acho que falta um pouco de senso de responsabilidade no comportamento das pessoas. De verdade, falta reconstruir a estrutura social da família. Quando eu era pequeno, tinha vontade de comer uma maçã embrulhada em papel azul, e ficava diante da barraca olhando e olhando, e sabe por que eu não pegava e não saía correndo? Para não envergonhar a minha mãe. Ela era a minha referência de comportamento”.
CONFIRA O QUE ROMEU TUMA JR.
ACHOU DA ENTREVISTA DE LULA
- Como reagiu às declarações de Lula para a Carta Capital?
- Reagi  rindo muito. Mas achei bastante interessante o fato dele escolher falar do livro com quem falou. Veja, não é uma coincidência, é uma “discussão de relação” com o autor da ideia e uma forma de fazer um registro sobre o fato sem poder desmenti-lo. Acho que não perceberam esse contexto histórico e importante que demonstra a verdade contida nas páginas de “Assassinato de Reputações, um Crime de Estado”, aliás em momento algum desmentido. Aliás, na Câmara um dos filhos de Lula me homenageou, como vereador, recentemente… recebi dele uma moção de Congratulações pela minha contribuição à História do país.
- É verdade que a irmã de Lula te pediu autógrafo na capa do livro?
- A Sra. Mariazinha ou “Maria Pequena” como é conhecida, sempre orou por mim e por minha família e realmente me solicitou um livro assinado. Nunca quis dar publicidade a isso porque é uma questão de foro íntimo e humanitária.
Se visse Lula frente a frente, agora, o que diria a ele olho no olho?
- Não sei se ele olharia nos meus olhos, mas se olhasse eu diria: Parabéns! Dessa vez você não disse que era tudo mentira ou que não sabia de nada!
O que o ser acha que pode ocorrer com a segurança pública durante a Copa?

- Vivemos num absoluto clima de insegurança. Não só na segurança pública, mas na segurança jurídica, no mercado, enfim, a sociedade vive um clima de medo, desesperança e retração. Em outros tempos, todos estariam em festa e as ruas pintadas. Hoje a violência e a insegurança está em todos os lugares e em todos os setores. Veja o Decreto que a Presidente editou usurpando as funções do Congresso! Os Black Blocs que todos sabem ter ligações com partidos políticos vem a público dizer que estão em negociações com o PCC para “botar pra quebra” na copa? Onde se vai parar? Tudo isso é reflexo do estado policial que o governo federal implantou no país, onde a revolta da população e a justa luta por direitos e garantias coletivas e individuais, acaba se misturando as badernas adredemente planejadas para desmoralizar as legítimas reivindicações aos olhos da sociedade.
Como fica o STF sem Joaquim Barbosa?
- Fica sem um ministro importante. Mas todos ali são importantes no conjunto da obra, na atuação colegiada, desde que consigam impedir que o governo aparelhe ou instrumentalize a mais alta Corte como um todo, o que seria a missa de sétimo dia da nossa Democracia.
Fonte: Tribuna da Internet

UM JOAQUIM SÓ NÃO FAZ VERÃO, POIS A INJUSTIÇA NO BRASIL É UMA MONTANHA DIFÍCIL DE REMOVER

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Escrito por Altamir Tojol   
Qua, 04 de Junho de 2014 08:51
Muito se especula sobre a decisão do ministro Joaquim Barbosa de deixar o Supremo Tribunal Federal.

Os seus antagonistas e detratores – em grande parte pessoas ligadas ao PT – atribuem a um movimento de fuga para não enfrentar derrotas previsíveis nos desdobramentos do Julgamento do Mensalão, com a atual composição da Corte.


Mas pode ser que a decisão de Joaquim tenha a ver mais com o corporativismo dos juízes e toda a injustiça do Judiciário, montanhas imensas, muito difíceis de remover. Ele combateu o bom combate para tornar a justiça menos iníqua no Brasil, mas essa é missão para muitos milhões, para a multidão. Um Joaquim só não faz verão.

O Brasil já ganhou no Julgamento do Mensalão e Joaquim foi decisivo na história. Agora o Mensalão já era. Nenhuma vitória futura dos mensaleiros no STF vai mudar o placar. De que valeu a “absolvição” de Fernando Collor?

Há outras versões para a saída precoce, como os problemas de saúde. Poder ser… Ou porque Joaquim encheu o saco.

E há a hipótese de que quer se livrar dos insultos e ameaças de morte de milicianos petistas. Mas isso a renúncia não vai resolver. O ressentimento e o ódio costumam durar mais que a vida.

Fonte: Tribuna da Internet

BASTA DE FINGIR DE PAÍS RICO

O Brasil comemora sua posição de sétimo maior PIB do mundo, mas o PIB per capita rebaixa o país para a 54ª posição no cenário mundial; no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) ficamos em 85º lugar. Fingimos ser ricos, apesar da pobreza.

Nos últimos 20 anos, passamos de 1,66 milhão para 7,04 milhões de matrículas nos cursos superiores, mas quase 40% de nossos universitários sabem ler e escrever mediocremente, poucos sabem a matemática necessária para um bom curso nas áreas de ciências ou engenharia, raros são capazes de ler e falar outro idioma além do português. Fingimos ser possível dar um salto à universidade sem passar pela educação de base.
Comemoramos ter passado de 36 milhões, em 1994, para 50 milhões de matriculados na educação básica, em 2014, sem dar atenção ao fato de termos 13 milhões de adultos prisioneiros do analfabetismo; 54,5 milhões de brasileiros com mais de 25 anos não terminaram o Ensino Fundamental e 70 milhões não terminaram o Ensino Médio. Fingimos que os matriculados estão estudando, quando sabemos que passam meses sem aulas por causa de paralisações ou falta de professores.
BOLSA FAMÍLIA
A partir de 1995, no Distrito Federal e em Campinas, iniciamos um programa que serve de exemplo ao mundo inteiro, atualmente chamado de Bolsa Família e que transfere por mês, em média, R$ 167 por pessoa pobre, o que lhe assegura R$ 5,67 por dia, valor insuficiente para aliviar suas necessidades mais essenciais.
E fingimos que, com esta transferência, estamos erradicando a pobreza que é caracterizada efetivamente pela falta de acesso aos bens e serviços essenciais que não estamos oferecendo. Fingimos ter 94,9 milhões na classe média, sabendo que a renda média mensal per capita dessas pessoas está entre R$ 291 e R$ 1.019, quantia insuficiente para uma vida cômoda, especialmente em um país que não oferece educação e saúde públicas de qualidade.
Comemoramos o aumento da frota de automóveis de, aproximadamente, 18 milhões, em 1994, para 64,8 milhões, em 2014, fingindo que isto é progresso, mesmo que signifique engarrafamentos monumentais.
DEMOCRACIA
Comemoramos, corretamente, termos desfeito uma ditadura, esquecendo que a democracia está sem partidos e a política se transformou em sinônimo de corrupção. Fingimos ter uma democracia com liberdade de imprensa escrita em um país onde poucos são capazes de ler um texto de jornal. Assistimos a 56 mil mortos pela violência ao ano, e fingimos ser um país pacífico, sem uma guerra civil em marcha.
Fingimos ser um país com ambição de grandeza, mas nos contentamos com tão pouco que os governantes se recusam a ouvir críticas sobre a ineficiência dos serviços públicos. Preferem um otimismo ufanista, comparando com o passado que já foi pior, e denunciam como antipatriotas aqueles que ambicionam mais e criticam as prioridades definidas e a incompetência como elas são executadas. Antipatriota é achar que o Brasil não tem como ir além, é acreditar nos fingimentos.
Fonte: Tribuna da Internet

ESPN DENUNCIA QUE MARACANÃ GASTA MILHÕES COM AMIGOS DO GOVERNADOR E CARTOLAS. POR QUE SERÁ?


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Escrito por Gabriela Moreira   
Qua, 04 de Junho de 2014 08:51
Palco da final da Copa do Mundo e reformado por R$ 1,3 bilhão de dinheiro público, o Maracanã privado ainda convive com os problemas de quando era administrado pelo Estado. Levantamento feito pela ESPN mostra que as empresas escolhidas para a prestação de serviços como segurança, limpeza, orientação de público e colocação de grades são de pessoas ligadas a políticos do Rio ou da Federação de Futebol do Rio, a Ferj.

Empresas que cobram preços mais altos que o mercado, o que justifica, em parte, o prejuízo de R$ 46 milhões do Consórcio Maracanã, acumulado desde o início das operações da concessionária no estádio. Além dos novos donos do Maracanã, clubes como o Flamengo veem seus gastos aumentarem e suas receitas diminuírem. Somente ao rubro-negro, segundo cálculos do clube, este modelo custou R$ 8 milhões a mais do que o que teria sido gasto em outros estádios, já no “Padrão Fifa”, como o Mané Garrincha, por exemplo.
Entre os fornecedores levantados pela reportagem está a Sunset Vigilância e Segurança LTDA. A empresa é dirigida por Anderson Fellipe Gonçalves, o coronel Fellipe, ex-chefe da segurança pessoal do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. O oficial, que foi braço direito de Cabral durante os últimos quatro anos, também dirige a empresa que faz a limpeza do Maracanã, a Sunplus Sistemas de Serviço LTDA. O Maracanã foi concedido à iniciativa privada pelo ex-governador, em um processo polêmico que enfrentou dezenas de manifestações populares, além de questionamentos da Defensoria Pública da União e do Ministério Público do Estado.
CARTÃO DE VISITAS
O coronel fundou a empresa em 2006, como mostram documentos obtidos pela reportagem. Na época, o capital social era de R$ 120 mil. Em 2013, o oficial já não constava entre os sócios, época em que o capital já somava R$ 1,2 milhão. Em uma das movimentações na Junta Comercial, em 2013, os novos sócios pediam pressa para o registro dos documentos, pois “a empresa participaria de uma série de licitações”.
O oficial nega que tenha participação na empresa. Mas, mês passado, a reportagem recebeu um cartão de visitas do policial em que ele se apresenta como diretor da companhia. Na quarta-feira 29 de maio, a reportagem ligou para a sede do grupo, na Tijuca, e a atendente disse que o coronel ficava na sede do Leblon e que mais informações poderiam ser dadas pela diretoria. Além disso, o jovem oficial pode ser visto em todo dia de jogo, à beira do gramado do Maracanã.
Com a saída do ex-governador do Rio Sérgio Cabral para que Luiz Fernando Pezão, candidato à sucessão do governo, assumisse, o coronel Fellipe também deixou o governo. Foi cedido para a Assembleia Legislativa do Rio.
A Sunset teve seu primeiro contato com segurança de estádios na Copa das Confederações, da Fifa, ano passado. O grupo também fará a segurança da Copa do Mundo para a entidade. O ex-governador Sérgio Cabral também foi procurado pela reportagem. Por meio de sua assessoria, ele informou que a escolha da empresa de segurança é responsabilidade do contratante.
Família de vereador
Outra marca visível do Maracanã privado é o serviço de orientação de público. Passam todo o pré-jogo com megafones em riste, ao redor do estádio, oferecendo ajuda aos torcedores. A empresa contratada é a Entreter Festas e Eventos LTDA. Um dos sócios é Paulo César Cupello, irmão de Carlos César Cupello, o Tio Carlos, vereador do Rio. A empresa foi fundada por ele em 2003. Atualmente, o parlamentar não faz mais parte do quadro de sócios. Ele afirmou à reportagem que não tem qualquer participação na empresa de sua família e que sua história com o entretenimento vem muito antes de sua atuação como vereador.
Em grande número, os orientadores e os “stewards”, como são chamados os vigilantes do Maracanã, custam caro à concessionária. De acordo com balanço financeiro publicado em março, desde o início das operações do consórcio, após a Copa das Confederações, o estádio pagou R$ 17 milhões aos dois serviços. O valor é R$ 4 milhões a mais que as duas maiores receitas somadas, aluguel e bilheteria, que renderam R$ 13 milhões.
Os valores exatos dos contratos não foram divulgados, embora o Maracanã seja uma concessão pública e deveria ser regido pelas normas de transparência.
GRADES DE ALUGUEL
Cercando o novo Maracanã estão espalhadas inúmeras grades para separação de fila e ordenamento do trânsito. Uma espécie de cavalete de metal. A empresa que fornece o material é a Equiloc Locação e Serviços LTDA. Duas mulheres são as donas que constam em contrato. Uma delas é Eloísa Macedo. Ela é casada com Marcelo Martins, amigo e sócio de Marcelo Viana, diretor de competições da Ferj. Documentos obtidos pela reportagem mostram que Viana e Martins são sócios há doze anos em uma loja de materiais de construção.
Fomos ao endereço de Eloísa apurar porque somente ela consta no contrato. No local, fomos informadas que ela só é sócia da Equiloc, mas que não trabalha na empresa. É no departamento de Viana, a diretoria de competições, que as reuniões para definição de quantas grades são necessárias por jogo são feitas. Segundo a Ferj, a decisão é da Polícia Militar do Rio. Segundo o Maracanã, a reunião também tem a participação dos clubes. Estes, negam que possam interferir nesta definição.
As grades são necessárias em todas as partidas, dentro e fora do estádio. E embora sejam usadas cerca de duas vezes por semana, durante o ano inteiro, o Maracanã prefere alugar os equipamentos. Elas nem chegam ser retirados entre as partidas. O custo por partida gira entre R$ 4 mil a R$ 6 mil. E a fatura é paga pelos clubes.
Fonte: Tribuna da Internet

ASTROLOGIA NA MAÇONARIA

Cultivada desde a mais remota antiguidade por inúmeros povos e países antigos, a Astrologia ou ciência da observação dos astros e das suas radiações eletromagnéticas sobre os homens e sobre todas as coisas terrestres, onde se incluem, as instituições humanas, e por extensão a nossa Ordem Maçônica e os seus membros, gerou um dos maiores conhecimentos da humanidade, séculos antes que a Maçonaria existisse.
A Astrologia não é um negócio, é uma Ciência capaz de indicar as nossas reais possibilidades e acusar as falhas que nos impedem de realizar nossos desejos e objetivar nossa personalidade. Na Astrologia entende-se que examinando a posição dos planetas na abóboda celeste, quando do nascimento dos seres humanos, o astrólogo pode deduzir as tendências do caráter das pessoas, assim como as suas condições físicas e até seu destino.

Serão nossas vidas e a Maçonaria influenciadas pelos astros? A Astrologia aponta que o Sol, a Lua, e os astros em órbita na abóbada celeste causam diferenciações de personalidade aos nascidos a cada dia de todos os meses e anos, e a literatura maçônica demonstra o conhecimento e a absorção dessa ciência solar superior em seus ensinamentos, dando a entender que Maçonaria e Astrologia tiveram origem numa mesma fonte. No remoto passado a Astrologia e a Astronomia foram ciências notáveis e fascinantes que exerceram influências na formação educacional, religiosa e na civilização dos povos.
Os antigos gregos e romanos depositavam fé absoluta nas preces que dirigiam aos astros, aos quais recorriam quando tinham que se lançar a qualquer empreendimento. Do final da Idade Média e até meados da Idade Moderna, os reis tinham seus astrólogos oficiais, a cujos conselhos deveram inúmeros triunfos políticos e militares. Os grandes dominadores tiveram cega confiança nas indicações dos astrólogos, e muitos outros homens exerceram forte influência sobre outros, graças à fama que possuíam de conhecerem estudiosos das forças dos astros ou por conhecerem eles próprios essa influência sobre os homens e sobre as coisas terrestres.
As primeiras Universidades européias tinham como disciplinas básicas e associadas a Astronomia e a Astrologia. A astrologia tem influenciado a totalidade dos homens em todas as épocas, sendo histórico o fato dela ter sido o mais avançado movimento intelectual de qualquer tempo, sendo anterior a todas as outras ciências, a todos os sistemas políticos, e a todas as religiões, e que é mais velha que a Grande Muralha da China, de que as Pirâmides do Egito, do que os Manuscritos do Mar Morto, do que os templos da Grécia, entre outros. O duodenário maçônico corresponde às doze casas zodiacais, porque o ano se torna um sistema de todos os ciclos, representativo nas fases da vida humana e das iniciações maçônicas, isto porque o número doze é significativo na história da humanidade.
Como se explica porque todo o reino animal, vegetal e mineral, inclusive o subumano encontra-se ajustado ao Doze? Vejamos alguns exemplos. A Terra faz uma órbita do sol através dos 12 signos do zodíaco; 12 são os meses do ano; 12 foram os filhos de Jacob que fundaram as 12 tribos de Israel; 12 foram os Cavaleiros da Távora Redonda do Rei Arthur; 12 foram as divisões do Templo de Salomão; 12 foram os Trabalhos de Hércules; Osíris, o rei-deus egípcio, tinha 12 discípulos; Jesus teve 12 discípulos; [O Buda] teve 12 discípulos; 12 era o número dos deuses gregos do Olimpo; usamos 12 para designar uma dúzia e usamos 12 polegadas para um pé em nosso sistema de pesos e medidas; 12 são as luas novas do ano; foram 12 os reis do lendário e perdido continente de Atlântida; há na medicina homeopática 12 sais minerais básicos; ao pesar o ouro ou as drogas, usam-se 12 onças por um libra; diamantes e outros cristais piezeléricos tem 12 lados, ou eixos, e devem ser lapidados ao longo dessas linhas; e muitas frutas e vegetais, em seu estado natural, crescem em 12 seções. Será tudo apenas coincidência?
Nas lojas maçônicas, cada um dos pentaclos encontrados nas colunas, caracteriza um signo, um planeta e um dos elementos da natureza. Cada uma das colunas, em sentido horário, apresenta um pentaclo simbolicamente explicado como sendo relativo aos maçons em sua evolução na senda maçônica.
Podemos referenciar na coluna I, o signo de Áries [Fogo-Marte], o ardor iniciático a procura da iniciação e do iniciado; na coluna II, de Touro [Terra-Vênus], a elaboração interior ou o profano admitido às provas iniciáticas; na coluna III, de Gêmeos [Ar-Mercúrio], a vitalidade do neófito recebendo a luz; na coluna IV, de Câncer [Água-Lua], o iniciado que se instrui ou o iniciado assimilando os ensinamentos iniciáticos; na coluna V, de Leão [Fogo-Sol], a razão aplicada exercendo crítica severa sobre todas as lições iniciáticas recebidas ou o iniciado julgado, por si próprio, as idéias que acaba de conceber; na coluna VI, de Virgem [Terra-Mercúrio], o homem iniciado maçom reunido os materiais de construção para desbastar a pedra bruta e talhá-los segundo seu destino. Todo este simbolismo encontra-se ao Sul, na coluna dos Aprendizes.
Na coluna VII, temos o signo de Libra [Ar-Vênus], representando o Companheiro em sua maturidade e apto a desenvolver o máximo de atividade laborativa; na coluna VIII, de Escorpião [Água-Marte], a massa aquosa em fermentação, os elementos da construção vital em dissociação atraída por combinações novas, a desorganização revolucionária, o Sol mergulhando em queda de um para outro hemisfério.
Maçonicamente representa o conluio dos maus companheiros que feriram Hiram de morte; na coluna IX, de Sagitário [Fogo-Júpiter], os obreiros da arte real abandonados, sem direção, se lamentam e dispersam-se à procura do corpo do Mestre imolado; na coluna X, de Capricórnio [Terra-Saturno] simboliza a descoberta do túmulo de Hiram; na coluna XI, de Aquário [Ar-Saturno], os elementos constitutivos se recompõem na terra adormecida, simbolicamente representada pela ressuscitação do cadáver de Hiram; e na coluna XII, de Peixes [Água-Júpiter], Hiram é levantado e torna a si, significando que a “palavra perdida” foi encontrada.
O Companheiro suficientemente instruído alcança a maestria maçônica e está apto a reencentar nova caminhada pelos signos do zodíaco, ensinando e aprendendo com os novos Aprendizes. A tradição zodiacal, representando os doze signos, as doze casas [Vita, a Vida; Lucrum, Dinheiro; Frates, Irmãos; Genitor, Pais; Filii, Filhos; Veletudo, Trabalho; Uxor, Cônjuge; Mors, Morte; Peregrinationem, Viagens; Regnun Honorem, Vida Social; Amici Benefacta, Amigos e Inimici, Inimigos], e ainda, os planetas e os domínios ou esferas de influência representado por Mercúrio em Gêmeos e Virgem; Vênus em Touro e Libra; Marte em Áries e Escorpião; Júpiter em Peixes e Sagitário e Saturno em Aquário e Capricórnio.
Na ilustração estão representadas, igualmente, as quatro estações do ano. E, de tudo pode-se tirar pelo menos uma grande lição: A Astrologia transmite a existência de quatro regras fundamentas de conduta do Maçom: Calar [Terra] no quadrante de Primavera; Querer [Fogo] no quadrante de Verão; Ousar [Ar] no quadrante de Outono e Saber no quadrante de Inverno [Água], simbolizando a evolução do iniciado-maçom em sua trajetória da base do quaternário para o topo da pirâmide. Na Maçonaria nos dias de hoje,porém ,apesar de na abóbada celeste dos templos constarem o Sol, a Lua, planetas e constelações , trata-se mais de uma tradição artística ornamental simbólica do que uma realidade científica .
Embora negada por uns e questionada por outros, a Astrologia tem o respeito da maioria e gradualmente vem sendo despida de sua característica de arte adivinhatória e de superstição, para ser considerada em justo e elevado valor como ciência. Hoje a Ciência Astrológica é mundialmente conhecida e, encontra-se presente na Universidade de Brasília e em outras tantas Universidades no Brasil e no Mundo. Referência Bibliográfica: 1. Do Meio Dia À Meia-Noite, João Ivo Girardi, pag 44 2. Internet Espaço Astrológico
Fonte: JB News

VERGONHA NA CARA

Estava assistindo o fantástico e vi uma reportagem que um órgão controlador fez sobre a situação dos hospitais que põe em real perigo a saúde do cidadão brasileiro. Confesso que tive vergonha de ser Brasileiro nessa hora, como já venho tido outras vezes ao ver na mídia e nas redes sociais a escalada da corrupção nas estruturas do estado. Pessoas pobres morrendo à mingua, sem respeito à sua dignidade humana por ineficiência do estado na promoção constitucional da saúde ao cidadão. O volume de dinheiro que transita no nosso sistema único de saúde (SUS) é extraordinário e talvez seja o maior orçamento público que os governos, em todos os níveis, manipulam no Brasil.
Então surge uma pergunta que não quer calar na mente de todo brasileiro: para onde vai essa montanha de dinheiro? Fácil de responder. Um grande volume de recursos vai para a corrupção e a outra parte perde sua eficiência e eficácia pela falta de competência gerencial dos nossos líderes governamentais. E o mais irônico de tudo é que ninguém é responsabilizado por isso. Vivemos numa nação que os poderosos são quase imunes às leis e não são responsabilizados por tamanho desvio ou desperdício de recursos públicos.
A impunidade é um dos fatores que mais retroalimentam a criminalidade e a violência. Quando o povo percebe essa incapacidade do estado em punir os desvios de caráter/conduta das pessoas que deveriam, por dever de oficio, zelarem pela res pública e devolverem esses recursos públicos (arrecadados a título de impostos) em benefícios para o cidadão, principalmente, naquelas atividades que são próprias de estado tais como: educação, saúde, transportes, segurança pública, Justiça, segurança alimentar e desenvolvimento social.
Essa corrução endêmica que vemos assolar nossa nação cria um ambiente propicio para deixar o cidadão num processo de exclusão dos seus direitos e, por consequência, se revoltam e protestam como faz a maioria da população brasileira desde o ano passado quando foi às ruas do nosso país. Não aguentamos mais a baixíssima qualidade dos nossos serviços públicos e não vemos a menor intenção/reação dos nossos governantes em reverter esse quadro caótico de falta de eficiência e eficácia da gestão pública, do estabelecimento de uma nova cultura de gestão do estado e de uma “accountability” social da administração pública.
A velha solução adotada foi a de dar pão e circo para o povo como faziam os governantes da Roma antiga. Mas esses governantes descompromissados com a causa pública esqueceram que, foi exatamente por isso, que o maior império da antiguidade sucumbiu e se transformou em cinzas pela força do povo. Sou brasileiro e gosto do futebol, mas nossos líderes políticos usaram esse gostar do brasileiro pelo futebol, pentacampeão do mundo, para calar o grito da cidadania pela efetividade e qualidade dos nossos serviços públicos e pelo fim da corrupção na prática politica brasileira. O grito da cidadania pela adoção de uma nova forma de se fazer politica no Brasil foi dado e, mais uma vez, nossos falsos líderes fizeram de conta que não ouviram o clamor das ruas. E ao invés de tomarem medidas para atenderem as demandas do povo, aumentaram a propaganda governamental e querem que o cidadão brasileiro, pela força da propaganda enganosa, pense que está tudo resolvido como num passe de mágica.
Mas, o povo mudou e não vai mais se deixar enganar por esse processo de demagogia politica. Mesmo que silenciem a nossa mídia convencional através de volumosas verbas da propaganda governamental ainda teremos as mídias sociais para denunciarem todas as mazelas e toda a corrupção.  O povo pode agora saber em tempo real o que está acontecendo no Brasil e no mundo. O povo está instrumentado e interconectado e os políticos ainda não perceberam essa mudança radical. Talvez seja por essa causa que o governo do PT quer censurar as mídias sociais e a internet, porém não vamos esquecer-nos de cada escândalo e vamos dar nossa resposta definitiva e contundente a esses falsos líderes e falsos governantes na hora mais apropriada que será nas próximas eleições.
Não iremos esquecer os milhões de dólares referentes às dividas de Países que foram perdoadas pelos nossos dois últimos Presidentes, apesar de terem tiranos governando esses países pela força, própria dos regimes totalitaristas. Não esqueceremos também dos novecentos milhões de reais que foram doados a Cuba para seu governo construir o Porto de Mariel, enquanto os nossos portos estão com instalações e equipamentos anacrônicos, com suas gestões sem efetividade, prejudicando as exportações dos nossos produtos para o exterior.  Por essa razão perdemos competitividade nos preços das nossas exportações no mercado mundial. Vamos lembrar também do sucateamento das nossas forças armadas, do mensalão e de outras mazelas e escândalos que se fossemos escrever levaríamos vários dias e consumiríamos um sem numero de laudas de papel A-4.
Bilhões de reais foram parar no lodo da corrupção. Nossos estádios estão entre os mais caros do mundo. Circula na internet um comparativo das despesas realizadas nas três ultimas copas do mundo de futebol e essa que estamos realizando vai custar mais que as três ultimas juntas! Enquanto isso nossas escolas, nossos hospitais, nossos sistemas de transportes públicos e a segurança pública em todos os recantos do Brasil estão em estado critico de calamidade colocando a vida de milhares de pessoas em risco. Chega a ser humilhante para todos os brasileiros que pagam os maiores impostos do planeta e que não suportam mais constatar tanta corrupção e tanta desfaçatez dos nossos agentes públicos e políticos.
Venderam a nossa soberania ao editarem a lei geral da copa dando totais garantias de lucro para a FIFA que é a responsável pela Copa do Mundo. Diga-se de passagem, que nossos empresários, nossos geradores de riquezas, jamais tiveram tantas garantias e apoio governamental com deram à FIFA, inclusive algumas inconstitucionais no meu entendimento. Estamos também presenciando a escalada da corrupção em níveis quase endêmicos que se institucionalizou nesse governo do PT, esfacelando a nossa maior empresa pública que é a PETROBRAS. Bilhões e bilhões de dólares foram apropriados ilicitamente por esse sistema de corrupção e geraram prejuízos incalculáveis para o nosso país.
A PETROBRAS que era uma das 10 maiores empresas do mundo caiu para a 120ª posição e encontra-se com um nível de endividamento quase beirando a falência, só não vai falir porque esses incompetentes governantes vão fazer emissão de moeda e aumentar, exponencialmente, as nossas estratosféricas dividas interna e externa e, tudo isso, circula na mídia convencional e em todas as mídias sociais do planeta. Nossa imagem perante as nações mais desenvolvidas do mundo se esvaiu nesse lamaçal de escândalos, só sobrou a fanfarronice desse governo que ainda teima em manipular os fatos e as noticias para desinformar a opinião pública.
A sanha de destruição das instituições da nação brasileira e dos nossos valores é o único legado que o Partido dos Trabalhadores (PT) vai deixar para as gerações futuras. Até as ditas conquistas sociais que, no meu entendimento, se constituiu apenas na adoção de uma bolsa esmola para o cidadão é algo que devemos refletir bastante e dar nossa resposta em outubro próximo por ocasião da nossa eleição para Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais. Vamos nos informar sobre a historia dos candidatos e da experiência administrativa que tiveram. Vamos pesquisar nos cartórios e varas criminais, nos tribunais superiores e nos processos que correm no Supremo Tribunal Federal. Como resposta a esse estado de desordem vamos mudar o governo que está no poder e os seus integrantes, tanto nas eleições proporcionais como nas majoritárias. Vamos renovar nossas representações politicas numa proporção jamais vista na historia política do Brasil.
Vamos por ocasião da realização da copa colocar nas janelas das nossas residências e nos nossos carros, bandeiras na cor preta ao invés da cor verde e amarelo para formalizar nosso protesto contra a forma de como foi concebida e de como se organizou essa copa. Vamos continuar aplaudindo a nossa seleção, mas vamos vaiar os políticos e todos os corruptos envolvidos nesse grande assalto à res pública. Vamos transformar o “pão e o circo” que esse governo quis dar para nossa gente num pesadelo para eles próprios, fazer nosso protesto final na eleição de outubro. É nessa arena cívica que iremos derrotar aqueles que querem transformar o Brasil numa Venezuela Bolivariana ou numa Cuba Comunista. Vamos derrotar aqueles que querem destruir a instituição família que é a célula mãe da nossa sociedade. Vamos derrotar aqueles que querem destruir nossas instituições republicanas, nossas forças armadas, nossa democracia, nossos valores, nossa liberdade e a propriedade privada.
Por último, vamos deixar bem claro que não queremos mais ter vergonha de ser brasileiros e vamos escrever com todas as letras o que queremos e, principalmente, o que não queremos na nossa cena politica. Vamos começar a banir a corrupção da práxis politica do país. Vamos dizer em alto e bom tom que o povo exige respeito por parte dos seus Governantes e das Autoridades do Estado Brasileiro. Vamos deixar claro de uma vez por todas que a Democracia é a base do nosso regime politico, a nossa forma de governo é Republicana, o nosso sistema de governo é Presidencialista e que a lei é o nosso contrato social como norma balizadora de convivência da nação e, que, não queremos importar o socialismo ou o comunismo que só geraram tirania, falta de liberdade e miséria aonde foram instalados. Que vamos fazer valer o lema que está inscrito na nossa bandeira que é a ordem e o progresso da nossa pátria. Vamos ecoar em todos os recantos da nossa nação que todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido e, não para a locupletação ilícita de partidos que querem se perpetuar no poder e de políticos corruptos sem caráter.
Não posso aceitar passivamente essa vergonha que, às vezes, sinto de ser brasileiro e, que, grande parte do povo também deve sentir. Não, não podemos! Vamos reagir enquanto podemos salvar nossa pátria dessa escória politica que ai está posta. Vamos fazer uso da “ultima ratio” da cidadania que é voto, para nas eleições de outubro proferir nossa sentença condenatória e varrer os maus políticos e a corrupção do nosso país. Vamos determinar, ainda, que se alguém quiser ser considerado cidadão ou servir às estruturas do estado terá que ter como condição, “sine qua non”, o que foi prescrito na Constituição atribuída a João Capistrano Honório de Abreu no seu artigo 1º - Todo brasileiro fica obrigado a ter vergonha na cara. Parágrafo Único - Revogam-se as disposições em contrário.
Wellington Corsino do Nascimento

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